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K7

por Luciano Arnold

quarta  |  23h

Não é porque o programa chama K7 que tem aquela pegada nostálgica do que já foi bom mas ficou obsoleto. Pelo contrário: a ideia é pensar em músicas (antigas e novas) que se conectam e cruzar referências, que nem a gente fazia quando gravava uma fita. Vamos mostrar a infinidade de influências, parcerias e releituras que existem na cena musical e que ligam aquele álbum que acabou de sair com o que estava rolando na cena dez, vinte, trinta anos atrás. Ou o que relaciona aquele músico carimbado com aquele outro artista num canto diferente do mundo. Quem já assistiu ao filme Alta Fidelidade e se identificou com as listas que o dono da loja de vinil fazia para momentos e sentimentos específicos vai curtir o K7. A proposta aqui é tirar as músicas das caixinhas e botar elas pra conversar. E como falam…

quem apresenta

Luciano Arnold
A música para mim sempre esteve ligada a bons momentos, seja ouvindo pela primeira vez ou pela milésima, assistindo a um show ou mostrando para alguém. As músicas marcam fases, tempos e ocasiões. E foram minha passagem para entrar em um mundo totalmente diferente daquele em que nasci. Começou lá atrás com a influência do irmão mais velho. Ele me colocou em contato com o mundo da “música alternativa” – um termo que acho limitado hoje, mas que nos anos 80/90 fazia sentido. Meu gosto musical foi sendo moldado na frente da MTV antes da virada do século. Eu pirava assistindo ao Lado B do Fábio Massari, com a pegada de misturar influências, mostrar coisas novas e antigas, e sempre trazer muita informação. Era um olhar para a música menos “Blur vs Oasis” e mais descobrindo que tudo estava conectado. Meu principal contato com a música eletrônica, que bugou minha cabeça, foram os afters do Hell’s, numa esquina da rua Augusta, em pleno boom do techno. A partir daí se abriu um mundo de possibilidades, e comecei a me alimentar incansavelmente de música. E por isso também agradeço ao meu amigo Rodrigo que, lá no começo dos anos 2000, me mostrou bandas novas e legais pra caralho e fez com que eu não parasse no tempo nem virasse o chato do “na minha época”.

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